Dentre as constações, a óbvia, a previsível:
Numa velocidade só percebida a quilômetros dos fatos,
De tempos em tempos e sistematicamente
Tudo vai passando...
Amores, alegrias, tristezas, dores...
Nada permanece, nada fica igual.
O que é certo como o tronco da árvore
é a mudança e a morte.
E a presença imanente e inexorável de Deus,
pairando sobre as águas.
Bom dia!!
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
domingo, 2 de agosto de 2015
O retorno, mais uma vez...
Olá, pessoal!
Já tenho uma certa dificuldade em manter o blog atualizado, por força de mil coisas que me meto a fazer ao mesmo tempo. Para completar, há meses eu não conseguia logar para postagem, por uma razão que a própria razão desconhece. Hoje, depois de algumas tentativas, eis que a luz se fez, e aqui estou... dentro!!
Vou reativá-lo, mais uma vez... E estou quase mudando o nome para Fênix, tantas são as vezes que ele "morre" e "renasce" das cinzas... rsrsrs
Grande abraço e sejam bem vindos, novamente!!
Já tenho uma certa dificuldade em manter o blog atualizado, por força de mil coisas que me meto a fazer ao mesmo tempo. Para completar, há meses eu não conseguia logar para postagem, por uma razão que a própria razão desconhece. Hoje, depois de algumas tentativas, eis que a luz se fez, e aqui estou... dentro!!
Vou reativá-lo, mais uma vez... E estou quase mudando o nome para Fênix, tantas são as vezes que ele "morre" e "renasce" das cinzas... rsrsrs
Grande abraço e sejam bem vindos, novamente!!
domingo, 8 de março de 2015
Por que 8 de março é o Dia Internacional da Mulher?
Criação do Dia Internacional da
Mulher: associada à data de um incêndio
em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911,
quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido
em 25 de março daquele ano marcou a trajetória
das lutas feministas ao longo do século
20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este
acontecimento.
Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. Jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.
Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. Jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.
O primeiro Dia Nacional da Mulher
foi celebrado em maio de 1908 nos
Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres
aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e
política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a
data como sendo 28 de fevereiro, com
um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou,
em novembro de 1909, em uma longa
greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.
Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.
Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.
Com a Primeira Guerra Mundial
(1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no
calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90
mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de
trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido
como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido
oficializada como Dia Internacional da
Mulher, apenas em 1921.
Mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas
(ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de
igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista se fortaleceu, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas
Nações Unidas.
"O 8 de março deve ser visto
como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as
discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países“ (Profa. Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas).
discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países“ (Profa. Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas).
No Brasil
Início do século 20: movimentações em prol dos direitos da mulher -
por melhores condições de trabalho e qualidade de vida.
1920 e 30: luta feminina conquista, com o movimento das
sufragistas, o direito ao voto (em 1932, pela Constituição promulgada por
Getúlio Vargas).
1970: surgimento de organizações no país que passaram a
incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a
saúde da mulher.
1982: o feminismo passou a manter um diálogo importante com o
Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo.
1985: aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.
(Tópicos adaptados do texto de Paula Nadal (novaescola@fvc.org.br) )
(Tópicos adaptados do texto de Paula Nadal (novaescola@fvc.org.br) )
sábado, 7 de março de 2015
Como será?
Sabadão pela manhã, em casa, assisti ao Programa Como Será, na rede Globo.
Recomendo, pelo teor das matérias. Levantam temáticas interessantes. Mas é preciso aprofundar depois, pois são reportagens rápidas.
Recomendo: http://redeglobo.globo.com/como-sera/
Bom final de semana a todos!
Recomendo, pelo teor das matérias. Levantam temáticas interessantes. Mas é preciso aprofundar depois, pois são reportagens rápidas.
Recomendo: http://redeglobo.globo.com/como-sera/
Bom final de semana a todos!
sexta-feira, 6 de março de 2015
Homenagem - Dia Internacional da Mulher
Mensagens, poemas e... música! Foi o que alunos da EE Eliane Digigov apresentaram nesta sexta-feira para homenagear as mulheres, cujo Dia Internacional transcorrerá no domingo. Claramente perceptível que as apresentações musicais são as preferidas pela juventude, que se envolve e canta junto. Alunos entregaram, também, rosas vermelhas e chocolates para as funcionárias da Escola (TAEs, AEs e professoras).
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Reunião Pedagógica
Escola Estadual Eliane Digigov Santana, meu principal locus de trabalho em 2015 - Participação na primeira reunião pedagógica com todo o grupo de profissionais já atribuídos (efetivos e/ou contratados interinamente). Segundo a gestora, Andreia Juiz, o quadro conta com 100 profissionais no total: professores, agentes de pátio, técnicos administrativos, agentes de nutrição escolar, vigias e equipe gestora. Há mais de mil alunos matriculados, distribuídos pelos 3 turnos de funcionamento da escola.
- Pauta de hoje: boas vindas; apresentação dos profissionais que atuarão na instituição; revisão das normas gerais da escola já discutidas na semana pedagógica (de 02 a 06/02); apresentação do PIBID de Matemática da UFMT.
- Para a reunião quinzenal: projetos pedagógicos para 2015 (interdisciplinares ou por área do conhecimento).
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Reunião pedagógica
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Meu blog - o retorno
Depois de tanto tempo sem acessar e atualizar o blog, sinto a necessidade de voltar a ele para utilizá-lo como um dos espaços de interlocução com os meus novos alunos, como já fora outrora. Sou professora, é vida que segue!
sábado, 16 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
sábado, 19 de março de 2011
Crônica de uma noite abençoada - (parafraseando García Marquez, o “da morte anunciada”)
Já em casa, bebericando um licor de jabuticaba de minha própria lavra, volto aos fatos.
No dia 17/03/2011, na Sala 59 do Instituto de Educação (IE) da UFMT, reuniu-se "a diversidade" para dar início ao Seminário Avançado I, sob a orientação do Dr. Luiz Augusto Passos (figura ímpar, que consegue agregar em torno de si problemáticas e estudos extremamente significativos dos Movimentos Sociais). Sala abarrotada de gente, todos sentados muito próximos uns dos outros, pessoas chegando de diversos pontos, pedindo licença, entrando ressabiados e depois surpresos com o quantitativo presente...
Imbuídos do mesmo desejo, ali estavam enfermeiros, psicólogos, pedagogos, filósofos, assistentes sociais, administradores de empresas, policiais militares, psicanalistas, advogados, biólogos, contadores, historiadores, professores de nível médio, de nível superior e matemáticos... Alguns presentes se encantaram com essa gama de interesses profissionais e pela motivação comum: produzir e socializar conhecimentos, por meio da interação e da dialogia...
Inicialmente tímidos, quando as apresentações "deslancharam" no grupo, torrentes de palavras passaram a brotar dos lábios de todos e de cada um em particular, ávidos por apresentarem seus anseios, seus projetos e aspirações, esperançosos de, através da palavra enunciada, tornar coletivas as preocupações pessoais...
Vieram à tona projetos em andamento, projetos em construção, projetos ainda não definidos, pessoas desejosas de clarear para si os seus objetos de estudo através do olhar do outro, das intervenções cheias de empatia que iam surgindo... Questões relacionadas aos mais diversos aspectos dos movimentos sociais foram postas à baila: as políticas públicas, a saúde popular e os mecanismos de prevenção, as relações interpessoais e a sexualidade, a segurança pública, a violência urbana, a construção da identidade, a corporeidade, as representações sociais, os modos de ser e estar no mundo...
Assim, foi possível perceber que, no grupo eclético de estudos que ora se constituía, havia pontos de convergência muito significativos: a compreensão de que nas questões sociais (saúde, educação, qualidade de vida...) há que se trabalhar primeiro com a prevenção e a orientação, evidenciando a autoestima e o resgate da cidadania; a emoção de poder realizar trocas experienciais; a busca da autoridade dos pensadores e estudiosos para a validação dos estudos e das pesquisas; o desejo de sair do senso comum e partir para o aprofundamento das questões polêmicas da contemporaneidade e, sobretudo, o desejo de contribuir na construção de um ethos social composto por seres mais íntegros e saudáveis, na devida amplitude das expressões...
Repentinamente começa um princípio de debate, a polícia pacificadora é posta em cheque após a apresentação de um colega, a indignação presa na garganta explode, mas é delicadamente contida para que seja externada num momento oportuno, a posteriori...
Exageros à parte, difícil traduzir em palavras a torrente avassaladora, a tsunami de emoções que dominava naquele momento pesquisadores do PIBIC, recém-graduados, mestres e mestrandos, doutores e doutorandos, pós-doutores, “alunos especiais” selecionados e professores que ali estavam, com a sensação personalíssima de terem sido bafejados pela sorte, privilegiados pelo momento e pela circunstância...
Quando o grupo retirou-se do recinto (não sem relutância, mas estava findo o tempo pré-estabelecido para a realização da aula e outros compromissos e comprometimentos "chamavam" a todos), pairava no ar um sentimento de alegria e gratidão pela possibilidade de ter estado ali, de poder construir conhecimentos na alteridade, de se "repaginar" enquanto autores e produtores de conhecimento, enfim, o sentimento de pertença por terem sido aceitos e acolhidos como integrantes de um novo grupo, entre tantos que o Prof. Passos já orientou e orientará...
E, como no Desenredo de Guimarães Rosa, “pôs-se a fábula em Ata”.
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Doutorado
terça-feira, 21 de setembro de 2010
A informática na Educação à Distância
Caros acadêmicos da pós-graduação:
Após a leitura do pequeno texto sobre informática em EAD (acessem através do link abaixo), sintetizem as ideias contidas no mesmo e postem-nas aqui no blog, em forma de comentários identificados (nada de anonimato!).
Abraços a todos!
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
"Tecnologia mais ensino superior: Uma soma inevitável no mundo acadêmico"
O texto cujo título está sugerido acima fala da estreita relação entre tecnologias e ensino superior: é uma relação estabelecida e sem retorno, ou seja, o ensino hoje vincula-se de forma irrevogável às ferramentas tecnológicas.
Leia o texto e sintetize as ideias do mesmo em tópicos frasais a partir de cada subtítulo que o compõe.
http://br.monografias.com/trabalhos2/tecnologia-aprendizagem/tecnologia-aprendizagem.shtml
Leia o texto e sintetize as ideias do mesmo em tópicos frasais a partir de cada subtítulo que o compõe.
http://br.monografias.com/trabalhos2/tecnologia-aprendizagem/tecnologia-aprendizagem.shtml
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Saramago: o mestre se foi... (16/11/1922-18/06/2010)
"Um Direito que respeite. Uma Justiça que cumpra".(José Saramago:1922-2010)
Marcadores:
Saramago
sábado, 1 de maio de 2010
GESTÃO EDUCACIONAL
"Devemos sempre lembrar que a tarefa educativa essencial da
escola é educar os alunos para os valores da democracia. O processo
democrático pode assegurar a participação das pessoas envolvidas e seu
conseqüente comprometimento com decisões tomadas. Uma segunda razão
para a escola incorporar o espírito democrático é que os valores de inclusão,justiça, participação e diálogo, essenciais à democracia, também são inerentes às escolas efetivas. Uma democracia é uma comunidade inclusiva, ou seja,procura fazer as pessoas tomarem parte do processo, reconhece a diversidade entre seus membros e, em nome do princípio de exclusividade, abre as portas à participação e faz as pessoas se sentirem parte da comunidade".
escola é educar os alunos para os valores da democracia. O processo
democrático pode assegurar a participação das pessoas envolvidas e seu
conseqüente comprometimento com decisões tomadas. Uma segunda razão
para a escola incorporar o espírito democrático é que os valores de inclusão,justiça, participação e diálogo, essenciais à democracia, também são inerentes às escolas efetivas. Uma democracia é uma comunidade inclusiva, ou seja,procura fazer as pessoas tomarem parte do processo, reconhece a diversidade entre seus membros e, em nome do princípio de exclusividade, abre as portas à participação e faz as pessoas se sentirem parte da comunidade".
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Gestão educacional. Participação.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
sábado, 21 de novembro de 2009
O chat...
O chat: uma interface possível
Dariluce Gomes da Silva
Abro este post hoje com um fragmento do texto “Internet na escola e inclusão”, de Marco Silva (2003), Boletins 2004, SALTO PARA O FUTURO. Prestem muita atenção às ideias veiculadas por ele:
“O Chat é um espaço online de bate-papo síncrono (com hora marcada) com envio e recepção simultâneos de mensagens textuais e imagéticas. Professor e aprendizes podem propor o tema e debatê-lo. Podem convidar outros participantes do curso e colaboradores externos, agendando dia e hora. Os temas podem ser vinculados às unidades ou atividades do curso, porém muitas vezes tomam rumos próprios numa polifonia favorável ao estreitamento dos laços de interesses e desbloqueio da participação. O Chat potencializa a socialização online quando promove sentimento de pertencimento, vínculos afetivos e interatividade. Mediado ou não, permite discussões temáticas e elaborações colaborativas que estreitam laços e impulsionam a aprendizagem. O texto das participações é quase sempre telegráfico, ligeiro, não-linear e próximo da linguagem oral, efervescente e polifônico. Pode ser tomado como documento produzido pelo grupo e enviado para o cursista que não pôde estar presente. Não necessariamente como mediador do Chat, o professor cuida da co-presença potencializada em mais comunicacional. No lugar da obrigação burocrática em torno das atividades de aprendizagem, valoriza o interesse na troca e na co-criação da aprendizagem e da comunicação. Não apenas o estar-junto online na base da emissão de performáticos fragmentos telegráficos, mas o cuidado com a expressão profunda de cada participante. Não apenas o esforço mútuo de participação para ocupar a cena do Chat, mas a motivação pessoal e coletiva pela confrontação livre e plural. Não apenas a Torre de Babel feita de cacos semióticos caóticos, mas a teia hipertextual das participações e da inteligência coletiva. Mesmo que cada participante seja para o outro apenas uma presença virtual no fluxo das participações textuais-imagéticas, há sempre a possibilidade da aprendizagem dialogada, efetivamente construída.”
Vocês já conheciam tal fragmento, evidentemente...
Feita a leitura do supracitado texto na íntegra (não apenas desse fragmento, quero crer) e de mais um, intitulado “Educação a Distância na universidade do século XXI”, fomos para o chat na sala da Rede Vivo Educação.
Sala tão aberta e democrática que tivemos um observador totalmente silencioso (iniciais “A. de F.”) enquanto muitos tentavam falar, outros tentavam ser “ouvidos”, vários estabeleciam a dialogia e outros, por fim, se maravilhavam ou se decepcionavam com a rapidez comunicativa, com a polifonia que se instaurava naquele ambiente. Alguns participantes, em pânico, cobravam da professora uma postura mais diretiva, uma “colocação de ordem no caos” comunicacional que ali se estabelecia.
Foi um momento muito bacana, com participações incisivas, contundentes, em que alguns participantes buscavam “culpados” para os problemas relacionados ao acesso às tecnologias e à incipiente formação docente. Outras participações mais tímidas tentavam diluir a culpabilidade no processo, atribuindo a vários fatores o precário acesso às TIC’s. E outros ainda se desesperavam com a possibilidade de estarmos perdendo o foco da discussão... Um ainda falou em resiliência, em flexibilização por parte dos aprendizes da tecnologia, que somos todos nós. E outros ainda comunicavam as ideias referentes ao texto lido com clareza, maestria e agilidade, sem perder o famoso “foco”...
Na interface que empregamos hoje, ou seja, neste “espaço online de encontro e de comunicação entre duas ou mais faces” (SILVA, 2003), vivenciamos um breve e fugaz momento de “integração, sentimento de pertença, trocas, crítica e autocrítica, discussões temáticas, elaboração, colaboração, exploração, experimentação, simulação e descoberta”. Foi um recorte que se estabeleceu neste dia 20/11/2009, Dia da Consciência Negra, dia de percebermos que a vida é um caleidoscópio de emoções, de culturas, de pessoas e “educações” e de admitirmos que é sempre possível se aprender algo ao utilizar o chat como interface no ensino, na comunicação. Ainda que seja a tolerância e o respeito à diversidade. Não poderia ter havido dia mais propício para este encontro!
Beijos a todos e obrigada por terem participado deste laboratório de aprendizagem!
Dariluce Gomes da Silva
Abro este post hoje com um fragmento do texto “Internet na escola e inclusão”, de Marco Silva (2003), Boletins 2004, SALTO PARA O FUTURO. Prestem muita atenção às ideias veiculadas por ele:
“O Chat é um espaço online de bate-papo síncrono (com hora marcada) com envio e recepção simultâneos de mensagens textuais e imagéticas. Professor e aprendizes podem propor o tema e debatê-lo. Podem convidar outros participantes do curso e colaboradores externos, agendando dia e hora. Os temas podem ser vinculados às unidades ou atividades do curso, porém muitas vezes tomam rumos próprios numa polifonia favorável ao estreitamento dos laços de interesses e desbloqueio da participação. O Chat potencializa a socialização online quando promove sentimento de pertencimento, vínculos afetivos e interatividade. Mediado ou não, permite discussões temáticas e elaborações colaborativas que estreitam laços e impulsionam a aprendizagem. O texto das participações é quase sempre telegráfico, ligeiro, não-linear e próximo da linguagem oral, efervescente e polifônico. Pode ser tomado como documento produzido pelo grupo e enviado para o cursista que não pôde estar presente. Não necessariamente como mediador do Chat, o professor cuida da co-presença potencializada em mais comunicacional. No lugar da obrigação burocrática em torno das atividades de aprendizagem, valoriza o interesse na troca e na co-criação da aprendizagem e da comunicação. Não apenas o estar-junto online na base da emissão de performáticos fragmentos telegráficos, mas o cuidado com a expressão profunda de cada participante. Não apenas o esforço mútuo de participação para ocupar a cena do Chat, mas a motivação pessoal e coletiva pela confrontação livre e plural. Não apenas a Torre de Babel feita de cacos semióticos caóticos, mas a teia hipertextual das participações e da inteligência coletiva. Mesmo que cada participante seja para o outro apenas uma presença virtual no fluxo das participações textuais-imagéticas, há sempre a possibilidade da aprendizagem dialogada, efetivamente construída.”
Vocês já conheciam tal fragmento, evidentemente...
Feita a leitura do supracitado texto na íntegra (não apenas desse fragmento, quero crer) e de mais um, intitulado “Educação a Distância na universidade do século XXI”, fomos para o chat na sala da Rede Vivo Educação.
Sala tão aberta e democrática que tivemos um observador totalmente silencioso (iniciais “A. de F.”) enquanto muitos tentavam falar, outros tentavam ser “ouvidos”, vários estabeleciam a dialogia e outros, por fim, se maravilhavam ou se decepcionavam com a rapidez comunicativa, com a polifonia que se instaurava naquele ambiente. Alguns participantes, em pânico, cobravam da professora uma postura mais diretiva, uma “colocação de ordem no caos” comunicacional que ali se estabelecia.
Foi um momento muito bacana, com participações incisivas, contundentes, em que alguns participantes buscavam “culpados” para os problemas relacionados ao acesso às tecnologias e à incipiente formação docente. Outras participações mais tímidas tentavam diluir a culpabilidade no processo, atribuindo a vários fatores o precário acesso às TIC’s. E outros ainda se desesperavam com a possibilidade de estarmos perdendo o foco da discussão... Um ainda falou em resiliência, em flexibilização por parte dos aprendizes da tecnologia, que somos todos nós. E outros ainda comunicavam as ideias referentes ao texto lido com clareza, maestria e agilidade, sem perder o famoso “foco”...
Na interface que empregamos hoje, ou seja, neste “espaço online de encontro e de comunicação entre duas ou mais faces” (SILVA, 2003), vivenciamos um breve e fugaz momento de “integração, sentimento de pertença, trocas, crítica e autocrítica, discussões temáticas, elaboração, colaboração, exploração, experimentação, simulação e descoberta”. Foi um recorte que se estabeleceu neste dia 20/11/2009, Dia da Consciência Negra, dia de percebermos que a vida é um caleidoscópio de emoções, de culturas, de pessoas e “educações” e de admitirmos que é sempre possível se aprender algo ao utilizar o chat como interface no ensino, na comunicação. Ainda que seja a tolerância e o respeito à diversidade. Não poderia ter havido dia mais propício para este encontro!
Beijos a todos e obrigada por terem participado deste laboratório de aprendizagem!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
EAD - a posição do MEC
1. Acessar o Portal do MEC.
2. Localizar a Secretaria de Educação à Distância (Seed).
3. Acessar o Sistema de Consulta de Instituições Credenciadas para Educação à Distância e Pólos de Apoio Presencial.
4. Verificar as instituições credenciadas na região Centro-Oeste, no estado de Mato Grosso.
5. Listar as instituições credenciadas pelo MEC em Rondonópolis-MT.
6. Ainda na Seed, consulte os "Referenciais de Qualidade para EAD" e a "Legislação de Educação a Distância", para discutirmos durante a aula do dia 14-11 (sábado).
7. Veja os Programas e Ações da Seed (Domínio Público -biblioteca virtual-, DVD Escola, E-Proinfo, E-Tec Brasil, Formação pela Escola,Mídias na Educação, Programa Banda Larga nas Escolas, Proinfantil, ProInfo, ProInfo Integrado, Pró-Letramento e Pró-Licenciatura,TV Escola, Sistema Universidade Aberta do Brasil -UAB-, Banco Internacional e TV MEC).
8. Dentre os Programas e Ações, liste aqueles que estão voltados ao ensino superior, indicando a forma como são viabilizados para que aconteçam.
9. Na seção Destaque, da Seed, leia sobre o que poderia constituir irregularidades na oferta de cursos superiores à distância, usando como parâmetro o caso exposto, relacionado à Unitins-TO.
Bom trabalho!!
2. Localizar a Secretaria de Educação à Distância (Seed).
3. Acessar o Sistema de Consulta de Instituições Credenciadas para Educação à Distância e Pólos de Apoio Presencial.
4. Verificar as instituições credenciadas na região Centro-Oeste, no estado de Mato Grosso.
5. Listar as instituições credenciadas pelo MEC em Rondonópolis-MT.
6. Ainda na Seed, consulte os "Referenciais de Qualidade para EAD" e a "Legislação de Educação a Distância", para discutirmos durante a aula do dia 14-11 (sábado).
7. Veja os Programas e Ações da Seed (Domínio Público -biblioteca virtual-, DVD Escola, E-Proinfo, E-Tec Brasil, Formação pela Escola,Mídias na Educação, Programa Banda Larga nas Escolas, Proinfantil, ProInfo, ProInfo Integrado, Pró-Letramento e Pró-Licenciatura,TV Escola, Sistema Universidade Aberta do Brasil -UAB-, Banco Internacional e TV MEC).
8. Dentre os Programas e Ações, liste aqueles que estão voltados ao ensino superior, indicando a forma como são viabilizados para que aconteçam.
9. Na seção Destaque, da Seed, leia sobre o que poderia constituir irregularidades na oferta de cursos superiores à distância, usando como parâmetro o caso exposto, relacionado à Unitins-TO.
Bom trabalho!!
sábado, 7 de novembro de 2009
A título de depoimento/diário...
Hoje ministrei a 1a. aula para a turma da pós "Didática e Metodologia do Ensino Superior", com o Módulo "Tecnologias Aplicadas o Ensino Superior", FACSUL/FMG-Anhanguera Educacional S.A., Rondonópolis-MT. Este primeiro encontro sinaliza para uma interação produtiva, uma vez que a turma me pareceu bastante comprometida e dedicada. Sucessos a todos!! No dia 14/11 teremos o segundo encontro presencial. Espero vocês!!
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Aula. Pós-graduação.
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Sejam bem-vindos!!
Este blog destina-se à veiculação de textos relacionados à prática docente, bem como ao relato de experiências e exposição de emoções do universo educativo. Entre, olhe e colabore deixando o seu comentário!







